Custo total de propriedade: biombos e cortinas

Privacy screens. The smarter long-term investment.

Enfermeira desfocada, de farda azul, a passar junto a uma cortina hospitalar descartável azul numa unidade de cuidados intensivos.

À primeira vista, as cortinas hospitalares parecem a solução mais barata e simples em comparação com os nossos biombos. Na realidade, contando as vantagens, os custos e as poupanças de recursos a longo prazo – o custo total de propriedade –, as cortinas ficam bastante mais caras aos hospitais.

Há mais de 30 anos que a Silentia trabalha com hospitais de todo o mundo para substituir cortinas e conceber novos espaços que nunca precisarão delas. Nesse percurso, com as equipas clínicas, passámos a compreender melhor quanto custam realmente os nossos biombos e quanto custam as cortinas de tecido e descartáveis.

O que é o custo total de propriedade?

O custo total de propriedade (TCO) designa o conjunto de custos, diretos e indiretos, de um produto ao longo de todo o ciclo de vida. É muito mais do que comparar preços de compra.

O custo total de propriedade resulta normalmente da soma de muitas rubricas. Nesta comparação centramo-nos em cinco, onde as diferenças são mais claras:

■ Custo de aquisição
■ Custo de manutenção
■ Custo da não qualidade
■ Custo de limpeza
■ Custo de eliminação

 

Comparação do custo total de propriedade: biombos ou cortinas

Para avaliar corretamente o custo total de propriedade de cada solução é preciso considerar todo o ciclo de vida dos produtos – aquisição, utilização, limpeza, manutenção e eliminação – e ainda os custos recorrentes que a solução acarreta: materiais de substituição, armazenamento e infeções em doentes causadas por material contaminado. Em termos simples, é uma forma de pesar a qualidade e o desempenho de um produto ao longo de toda a vida útil face a todos os custos necessários ao seu funcionamento.

Comparando cada uma destas rubricas, podemos demonstrar que os biombos de superfície rígida custam globalmente menos do que as cortinas e que permitem poupar recursos e reduzir resíduos em quase todas as fases.

Usamos investigação e experiência do trabalho com a equipa de controlo de infeções do Rigshospitalet, na Dinamarca e com a equipa de serviços gerais do Hospital Universitário de Odense. Em ambos comparámos um quarto duplo com uma cortina ou com um biombo.

Custos de aquisição

As cortinas hospitalares têm um custo de aquisição unitário baixo, mas recorrente e constante. Os biombos custam mais no início, mas a vida útil de pelo menos 10 anos acaba por devolver esse valor.

Cortinas

⋅ Custo de aquisição mais baixo
⋅ Cortinas
⋅ Calhas
⋅ Ferragens
⋅ Instalação
⋅ Custos de reposição e de novas encomendas

Biombos

⋅ Custo de aquisição mais elevado
⋅ Biombo com carro ou grampos
⋅ Instalação
⋅ No additional cost after an initial purchase
⋅ Em custos adicionais após a compra – vida útil técnica garantida de pelo menos 10 anos

Custos de limpeza e eliminação

As cortinas podem contaminar-se e transportar bactérias que passam depois pelo contacto com as mãos ou a roupa dos profissionais e dos doentes. Novos doentes podem ser infetados se as cortinas não forem limpas nem substituídas e herdarem a cortina do doente anterior.

O facto de as cortinas descartáveis serem substituídas em vez de reutilizadas ou lavadas não significa que não precisem de limpeza. Como é impossível limpar a fundo uma cortina descartável suja, a substituição é necessária para evitar contaminação cruzada. Perante um surto ou uma infeção grave, as orientações recomendam cortinas novas para cada doente. Nesse caso, o descartável não é economicamente vantajoso.

As cortinas são incómodas de manusear e retirá-las e voltar a colocá-las exige normalmente vários passos. As reutilizáveis são muitas vezes levadas para outro local para lavagem e depois devolvidas. As descartáveis duram apenas seis meses e têm de ser retiradas para incineração ou eliminação segura. Estes processos custam tempo e dinheiro e interrompem ainda o fluxo dos cuidados.

Custos de limpeza e eliminação

Os biombos, pelo contrário, são simples de manusear e rápidos de limpar. O pessoal de limpeza pode usar qualquer desinfetante e limpá-los no local. Os biombos poupam assim custos de limpeza e substituição e dão um bom retorno.

Os biombos Silentia apoiam o controlo de infeções ao prevenir as infeções associadas aos cuidados de saúde (IACS). As superfícies rígidas e fáceis de limpar e o design específico tornam-nos adequados ao ambiente clínico. Os biombos são, por isso, uma melhor alternativa às cortinas hospitalares.

Cortinas

⋅ Custos de deslocação do doente para fora do quarto
⋅ Custos de transporte das cortinas de tecido de e para a lavandaria externa
⋅ Custos de transporte das cortinas descartáveis para incineração ou aterro
⋅ Custos de máquinas, produtos químicos e água para as cortinas de tecido
⋅ Custos de pessoal com remoção, transporte e lavagem
⋅ Tempo de limpeza estimado: 1 hora (mais transporte e tratamento)

Biombos

⋅ Limpam-se com os toalhetes desinfetantes já usados nas restantes superfícies
⋅ Limpam-se no quarto
⋅ O doente não precisa de ser deslocado
⋅ Concebidos para reutilização, nunca para eliminação
⋅ Tempo de limpeza estimado: 180 segundos (Silentia Fold); 90 segundos (Silentia Wing)

As IACS e o custo da contaminação

Os CDC indicaram em 2015 que os hospitais dos EUA gastam entre 28,4 e 45 mil milhões de dólares por ano no tratamento de IACS. Com práticas clínicas e de limpeza adequadas, esse custo pode ser reduzido em 20 %.

Custos de manutenção e de não qualidade

As cortinas são feitas para uso temporário e posterior eliminação. Não foram construídas para suportar o desgaste da utilização nem pensadas como solução de privacidade a longo prazo.

Os biombos, pelo contrário, oferecem proteção de qualidade ao longo de toda a vida útil. Os biombos Silentia são fabricados em laminado de alta pressão e alumínio leve, capazes de suportar limpezas constantes, embates e outro desgaste de utilização. Foram construídos para durar muito tempo e raramente precisam de substituição ou reparação. Se for necessária uma reparação, o design permite substituir individualmente qualquer painel ou peça danificada. Graças aos custos de manutenção mais baixos, o biombo oferece um melhor retorno do investimento.

Cortinas

⋅ Custos de armazenamento de existências adicionais
⋅ Custos de peças de substituição
⋅ Custos de substituição integral do produto por rasgões, manchas ou outros danos

Biombos

⋅ Sem necessidade de existências adicionais
⋅ Dois anos de garantia em peças partidas ou danificadas
⋅ Parceria com a Silentia, com revisões periódicas e inspeções ao produto

Os biombos Silentia protegem o seu orçamento

Comparando o custo total de propriedade dos biombos Silentia com os elevados custos de exploração da lavagem e substituição de cortinas, mais os possíveis custos das IACS, torna-se claro que os biombos são a solução mais barata.

Vista de cima de profissional e cama de doente resguardada, com a palavra "ROI" em destaque sobre a rentabilidade a longo prazo.

Consoante a frequência com que limpa e substitui as cortinas, os biombos podem pagar-se em três anos:

Lavagem ou substituição trimestral das cortinas
Biombos pagos em 3 anos

Lavagem ou substituição mensal das cortinas
Biombos pagos em 2 anos

Lavagem ou substituição semanal das cortinas
Biombos pagos em 1 ano

Biombos que se pagam a si próprios

Os biombos Silentia apoiam a prevenção de infeções, favorecem limpezas mais frequentes, são duradouros e fáceis de manusear, poupando dinheiro e tempo aos hospitais. Vamos calcular o seu retorno com os biombos Silentia e ver em quanto tempo o investimento se paga.

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